Último ato
Seu último ato foi o impulso. De resto o vento carregou. Terceiro andar... Pois pulou e pressentiu o tempo que leva o arrependimento. Morreu antes. Foi caindo, a cara contra o vento, e... uma imagem que vem e passa. Seu corpo cai, a imagem passa. Outra, e passa. Nada fica, a não ser a próxima, que passou. A queda torna-se túnel. Cinema de carne e osso e a película estragada.


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